Nota:
Estes valores representam apenas uma estimativa de custos para viagens a partir do Porto, compradas em
2012-05-02 e com data de partida no dia 2012-09-18 e regresso no dia 2012-09-25 e referem-se às melhores opções de qualidade e preço segundo os parâmetros de escolha da bananatrips. Os preços podem ter mudado desde a data de publicação e dependem também das datas especificas de reserva. O sucesso para a obtenção de bons preços reside na antecipação da reserva. Para valores específicos para outras datas por favor
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Sydney é a cidade mais habitada da Austrália e uma das cidades mais multiculturais do mundo. A cidade da famosa Ópera de Sidney situa-se a 300 km de Camberra, a capital australiana.
PORQUÊ IR?
Nenhuma outra cidade combina tão bem sofisticação à devoção pela descontracção e pela boa vida.
Poderá nadar junto a uma ponte icónica, observar baleias a brincar a partir do porto e tocar o Oceano Pacífico.
A gastronomia de primeira, desde a nouveaucuisine vietnamita à de fusão francesa/japonesa.
EVITAR
O Porto Darling não vale muito a pena, especialmente quando o verdadeiro porto está mesmo ali ao lado.
ORIENTAÇÃO
O centro de Sydney é atravessado por largas avenidas com prédios altos, na sua maioria, edifícios de escritórios comerciais. Apesar de Sydney ser a mais conhecida e antiga cidade australiana, não é o centro financeiro do país. A capital financeira australiana é Melbourne, cidade que concentra um número muito superior de grandes empresas nacionais e multinacionais, bem como de ofertas de emprego especializadas.
A Kings Cross é uma das zonas mais badaladas de Sydney, com dezenas de hotéis, bares, e restaurantes para todos os gostos. Apesar de bastante vigiada, em certos dias o ambiente da cidade pode tornar-se pesado, com o movimento de toxicodependentes e da prostituição local. A cidade mistura arquitectura moderna com a antiga, conservando o estilo Inglês.
Os gémeos icónicos da cidade, a Harbour Bridge e a Opera House, situam-se em Port Jackson (o porto de Sydney). Junto à baía estende-se a zona mais turística da cidade com a Opera House e os Jardins Botânicos. A Harbour Bridge é considerada uma das pontes mais bonitas do mundo. O centro financeiro prolonga-se desde o limite sul do cais. Do outro lado da ponte, situam-se os subúrbios a norte, que acabam nas encantadoras Northern Beaches (praias do norte), incluindo a famosa Palm Beach. A sul do centro da cidade localizam-se os subúrbios costeiros de Vaucluse, Rose Bay, e Double Bay e a sudeste situam-se os bairros Paddington, Darlinghurst, e Surry Hills. Ainda mais a este ficam as famosas praias de Bondi, Bronte, Coogee and Clovelly. Os bairros de Leichardt, Newtown, e Glebe, que em tempos foram habitados pela classe operária, são hoje a zona boémia da cidade com uma vida nocturna vibrante.
QUANDO IR
Nenhuma altura é má para visitar a cidade que, mesmo no Inverno, tem um clima agradável e o no mês mais frio (Julho) há uma média de seis horas diárias com luz solar. Como Sydney fica no hemisfério sul, as estações do ano não são iguais às da Europa. A Primavera (que tem início em Setembro) traz os festivais e com eles o Festival de Jazz que acontece no dia do Trabalhador (em Outubro).
Uma vez que o Verão coincide com o Natal, Dezembro é um mês de euforia até ao Ano Novo e ao Dia da Austrália (26 de Janeiro). Mesmo depois disso, há muitos eventos ao ar livre como regatas, festivais, competições de natação e de surf. É verdade que o Inverno não é muito frio mas as temperaturas poderão chegar aos 5ºC. No entanto, poderá acontecer em Julho haver dias bem quentes e com muito sol.
COMO CHEGAR LÁ
O Aeroporto Kingsford Smith, em Sydney, situa-se na margem norte da baía (Botany Bay). A companhia aérea nacional, a Qantas (www.qantas.com/us), opera a maior parte dos voos, apesar de a United e a British Airways voarem para lá. A ligação ferroviária até à cidade tem viagens a cada 10 minutos das 5h00 às 00h00 até à Central Station. Um táxi até ao centro da cidade custa à volta de 15 euros.
DESLOCAR-SE
Sydney dispõe de um completo sistema de transportes públicos, com autocarros, comboios, eléctricos e metro. Não será difícil encontrar transporte, mas dependendo de onde estiver hospedado o preço poderá ser elevado. Existem muitos táxis, e 1 em cada 10 táxis que entrar, encontrará um motorista emigrante, o qual terá provavelmente de consultar um mapa para chegar ao destino, tal é o tamanho e complexidade da cidade. Por vezes, poderão ocorrer problemas de comunicação, uma vez que o inglês não é a sua língua materna. Do cais partem alguns ferries regulares que fazem a ligação a vários pontos do outro lado da baía, incluindo o bairro de Manly. Sendo um transporte público, os barcos (www.sydneyferries.info/) são uma opção económica para aqueles que pretendem dar uma volta e observar a baía e a cidade a partir do mar.
INFORMAÇÕES
City Host Information Kiosks
Nestes quiosques poderá adquirir mapas, brochuras e pedir outras informações sobre a cidade.