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Foz do Iguaçu, é um dos mais belos destinos turísticos do mundo. Possui riquezas naturais incomparáveis, como o Parque Nacional do Iguaçu, Património Natural da Humanidade e onde estão localizadas as Cataratas do Iguaçu.
Outro ícone impulsiona o turismo local: Itaipu, a maior barragem hidroelétrica do mundo em produção de energia. E, dentro do Complexo Turístico de Itaipu, pode visitar o Ecomuseu, o Refúgio Biológico Bela Vista e também assistir à Iluminação da Barragem.
Além das Cataratas, o Parque Nacional do Iguaçu dispõe de trilhas interpretativas e atividades de ecoaventura: rafting, rapel, escalada em rocha, arvorismo e passeios de barco em meio às quedas. É possível também sobrevoar as Cataratas de helicóptero.
Próximo ao Parque Nacional, encontra-se o Parque das Aves, onde o visitante se depara com as mais diferentes espécies de aves em seus habitats naturais.
Outro passeio imperdível é ao Marco das Três Fronteiras, divisa do Brasil com o Paraguai e a Argentina, podendo-se apreciar os três marcos simultaneamente, além do encontro dos rios Iguaçu e Paraná.
PORQUÊ IR
As cataratas do Iguaçu
A beleza natural da região
ORIENTAÇÃO
Você vai precisar de um dia completo para fazer o lado brasileiro das cataratas. Inclua o Parque das Aves no programa — fica colado à entrada do parque.
No parque argentino gasta facilmente um dia inteiro (vá à Garganta do Diabo, faça o Aventura Náutica e o Circuito Inferior), mas pode demorar tomar dois dias, se resolver fazer tudo o que é oferecido por lá (incluindo a ilha San Martín e o passeio de barco pelo braço superior do Iguaçu).
Para encaixar Itaipu e Ciudad del Este no mesmo dia, comece pela hidrelétrica (e prepare-se para um dia bem ocupado).
Não deixe de passar uma noite em Puerto Iguazú – e se puder, faça o passeio de helicóptero.
QUANDO IR
A primavera e o verão são chuvosos – o volume de água das cataratas aumenta. O outono e o inverno são mais secos – conseqüentemente, vê-se menos água jorrando.
Na seca, algumas quedas desaparecem, mas a queda principal continua espetacular. Na época das chuvas, o volume e a força das águas são imponentes, mas a Garganta do Diabo costuma estar coberta por uma nuvem de spray.
Conclusão: não há melhor época para ir. Vá mais de uma vez, em épocas diferentes, para ver as cataratas do Iguaçu em todas as versões oferecidas no menu.
COMO CHEGAR LÁ
Há vôos diretos de São Paulo (Guarulhos), Rio (Galeão), Curitiba, Porto Alegre, Cuiabá, Londrina e Maringá.
Com escala, de São Paulo (Congonhas), Brasília e Campo Grande. Vindo de outras cidades pode fazer escala em Guarulhos ou Curitiba.
A uruguaia Pluna faz a rota Montevidéu-Foz. A TAM também voa a Ciudad del Este, no Paraguai, desde São Paulo e Assunção. De Puerto Iguazú, na Argentina, Aerolíneas e Lan voam a Buenos Aires; a Andes vai a Salta e Córdoba.
De autocarro são 9h desde Curitiba e 18h desde São Paulo. De Buenos Aires a Puerto Iguazu o autocarro demora 18h. Querendo ir de carro, são 1.065 km desde São Paulo, e 660 km desde Curitiba.
ONDE FICAR
Se estiver a planear fazer apenas os lados brasileiro e argentino do parque, a melhor localização é um dos hotéis ao longo dos 30 km da Rodovia das Cataratas, que liga o parque ao centro de Foz.
Para fazer o pacote completo – incluindo Itaipu e Ciudad del Este – faz mais sentido ficar no Centro.
E para dedicar-se mais ao lado argentino (e quem sabe seguir de lá para as missões jesuítas) e aproveitar para sair à noite sem precisar de carro, considere ficar em Puerto Iguazú.
Dos hotéis localizados dentro dos parques, o Hotel das Cataratas brasileiro está numa posição bem mais conveniente do que o Sheraton argentino.
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